quarta-feira, 22 de junho de 2011

CONTINUAÇÃO: CAPÍTULO 20



ENCONTRO MARCADO






Em João 20:10, disse Jesus:






"Maria!"






Maria Madalena estava muito triste com a morte do Mestre Amado. O seu amor pelo Mestre muitas vezes demonstrado enquanto Ele estava presente, mais uma vez foi expresso quando vai ao túmulo ungir o seu corpo com aromas preparados para este fim.



Grande foi a surpresa ao constatar que o corpo de Jesus ali não estava e, movida pelo desespero, vai avisar a Pedro e João, os quais, ao terem constatado a veracidade do fato, saem de cena para que se consumasse o encontro marcado.



Maria Madalena ali continuou, chorando, talvez pensando em outra alternativa para ter o corpo do Mestre de volta. Questionada pelos seres celestiais, ela, embora atemorizada, ali permaneceu. Mais uma vez foi questionada; dessa feita, por Jesus. Embora ainda encoberto aos seus olhos, e sem se intimidar, ela diz estar disposta a resgatar o corpo do Mestre, virando-se para mais uma vez procurá-lo, quando de repente uma voz ressoa muito além dos seus ouvidos, penetrando no seu coração. Aquela voz já ouvida outras vezes, suave e singular, a chamar pelo seu nome: "Maria!"



Ali estava se cumprindo na vida de Maria Madalena a profecia de Isaías 43:1: "Não temas, eu te remi; chamei-te pelo nome; tu és meu".



Em fração de segundos, todo peso de tristeza, de desespero saiu, dando lugar a uma alegria indizível; um bálsamo de paz e esperança inundou o seu coração. Aquele chamado singular deveria ser correspondido de uma maneira toda especial. Assim, Maria respondeu à altura: "Mestre!"



Nessa invocação está incubida tudo que ela poderia expressar em palavras, se fosse possível, diante de tamanha emoção: " meu Senhor, meu Deus, meu Amo, eis-me aqui; estou pronta para te servir!"



E assim, ela provou em ato essa rendição, saindo ao encontro dos discípulos para cumprir a ordem do Mestre: "Vai e dizes aos meus irmãos...".






Rosana Assis



CONTINUAÇÃO CAPÍTULO 19




DE VOLTA PARA DEUS

Em João 19: 30, disse Jesus:

"Está consumado!"


Este foi o brado do Filho de Deus, que tomou forma de servo e foi obediente até a morte e morte de cruz. A partir daquela hora, a justiça de Deus estava satisfeita; a ira de Deus aplacada; ali estava o começo da nossa vitória, pois a sua morte favoreceu-nos o perdão de Deus, abrindo-nos a porta para a reconciliação, para a volta ao aprisco do Supremo Pastor; nunca mais forasteiros, nunca mais peregrinos sem pátria.



O Evangelho segundo Marcos nos informa que após esse brado de Jesus, o véu do santuário rasgou-se em duas partes, de alto a baixo (Mc 15:37-38). Desde então, voltamos para as festas solenes, para a congregação do Santo, para o Santíssimo Lugar. Estamos livres do opróbio do pecado (Sof. 3:18). O Justo nos justificou, recebendo o louvor do Pai (Sof. 3:17).



"Está consumado!". Agora tornamo-nos agradáveis a Deus, no Amado (Jesus); somos frutos do Seu trabalho penoso (a crucificação).


Diante de toda essa grandeza, essa sucessão de acontecimentos, o que nos resta é correspondermos a tão grande amor, vivendo em conformidade com a Sua Palavra, para o louvor da Sua Glória!




Rosana Assis

sábado, 18 de julho de 2009

CONTINUAÇÃO: CAPÍTULO 18





Em João 18:36 disse Jesus: "Meu reino não é deste mundo."







A ESPERANÇA DO REINO ETERNO


Muitas vezes somos questionados acerca da aparente inércia de Deus diante dos tristes acontecimentos do mundo: guerras, fomes, violências, injustiças etc. E as vezes esquecemos esta afirmação do Mestre: "O meu Reino não é deste mundo". Pois, embora Ele seja Senhor da Terra e do Céu, Satanás ainda tem direito legal concedido pelo próprio homem.



O apóstolo Paulo chegou a dizer, pelo Espírito, que o mundo jaz no malígno e que não ignorava os seus ardis.



Porém, temos motivos para nos alegrar no Senhor porque o Seu Reino está dentro de nós, pois para isto Ele Se manifestou: para destruir as obras do diabo nas nossas vidas e estabelecer o Seu governo de paz. E assim, através da pregação do evangelho, o Reino do Senhor Jesus tem vindo a muitos corações e este Reino vem com uma inefável esperança: a sua volta. Sim, Jesus prometeu voltar para implantar o Seu Reino de justiça e de amor (novo céu e nova terra) e nele não haverá dor, pranto, nem coisa alguma contaminável deste mundo mal.



Por isso, devemos ser pacientes até a volta do Senhor, pois, como disse o apóstolo, "as aflições deste tempo presente não dão para comparar com a glória que nos há de ser revelada." Ele venceu o mundo e nos fez mais que vencedores!






Rosana Assis















domingo, 12 de julho de 2009

CONTINUAÇÃO: CAPÍTULO 17


Em João 17:1, disse Jesus: "Pai, chegou a hora; glorifica a Teu Filho, para que o Filho Te glorifique."




A HORA DA CRUZ



Jesus viveu a hora de Deus desde o seu nascimento até a sua volta ao céu: o seu nascimento foi na plenitude dos tempos (Gal. 4:4); quando estava para manifestar-Se ao mundo através do seu ministério, esperou a hora de Deus para realizar o 1º milagre (João 2:4); quando foi aconselhado pelos seus irmãos a ser um populista, recusou a sugestão (João 7:6), pois Ele sabia que não eram os seus discursos que O tornaria popular, mas o seu ato de amor... e assim chegou a hora da cruz.

Muitos não entendiam, mas a cruz era o caminho da glorificação. Sem cruz não há glória!

Muitas vezes não entendemos o sofrimento e de uma maneira incoerente tentamos queimar etapas, desejando a glorificação sem passarmos pela cruz.

A cruz é símbolo de sofrimento, de renúncia, de humilhação, mas também é o caminho da glorificação (Sl 91:15).

O apóstolo Paulo chegou a dizer que há pessoas que são inimigas da cruz de Cristo (Fil. 3:18) e muitas vezes nos deparamos com crentes que "não aceitam" a hora da cruz; querem ser participantes da glória, mas não do sofrimento do Mestre.

Assim como Jesus, precisamos aceitar a hora de Deus (Ecl. 3), pois assim como Ele nos reservou a hora da cruz, também nos reservou a hora da glorificação aqui na terra em formas de vitória, até chegarmos no céu, onde seremos co-participantes da glória eterna do Senhor (I Pe 5:1), desfrutando da melhor hora a qual será transformada em eternidade.


Rosana Assis

CONTINUAÇÃO: CAPÍTULO 16



Em João 16:33, disse Jesus: "Eu vos disse essas coisas para que em mim tenhais paz. No mundo, tereis aflições (tribulações), mas tende bom ânimo! Eu venci o mundo!".
ALEGRAI-VOS NA ESPERANÇA!

Durante a sua conversa com os seus discípulos, o Mestre amado os preparou para enfrentar as adversidades da vida, explicando-os que a vitória já era um fato consumado, porém ela tem o seu dia determinado para se manifestar, fazendo-se necessário ter bom ânimo e aguardar em paz o kairós (tempo exato) do Senhor.

É justamente o comportamento do cristão no intervalo de tempo entre as tribulações e a vitória que vai determinar sua relação com Deus rumo à maturidade cristã.
É impossível passarmos por esta vida, neste mundo tenebroso, sem enfrentarmos adversidades e para estes dias o Senhor Jesus preparou os seus discípulos: "tenham bom ânimo!". E este ânimo vem das palavras seguintes: "eu venci o mundo".
O apóstolo Paulo nas suas cartas despertava os irmãos a se alegrarem no Senhor (Fil. 3:1; I Tess. 5:16). E essa alegria gera a paz que excede todo entendimento (Fil. 4:7); a confiança no impossível (Heb. 11:19); o descanso na tormenta, elevando-nos de fé em fé, de glória em glória.

Não estamos imunes das lutas, das tristezas, das aflições, das decepções, das lágrimas (II Cor. 4:8 e 9), mas nada deste mundo deve tirar o nosso ânimo, apagar a nossa alegria, porque nada pode nos separar do amor de Deus que está em Cristo Jesus, nosso Senhor, o qual está em nós e nos trouxe a esperança da glória (Col. 1:27).
Rosana Assis

quarta-feira, 30 de janeiro de 2008

CONTINUAÇÃO: CAPÍTULO 15


Em João 15:15, disse Jesus: "Já não vos chamo servos, porque o servo não sabe o que o seu Senhor faz; mas vos chamo amigos, porque vos dei a conhecer tudo o que ouvi de meu Pai".



CHAMADOS À INTIMIDADE



Neste capítulo está registrado uma das últimas conversas de Jesus com os seus discípulos, onde Ele dá ênfase à importância da permanência nele, revelando os 3 estágios da vida cristã. O 1º diz respeito à salvação (vós já estais limpos pela Palavra. v. 3). No 1º estágio, temos Jesus como Salvador, aquele que perdoou os nossos pecados, nos limpou, nos gerou de uma nova semente que consequentemente nos leva a produzir frutos que glorificam ao Pai, elevando-nos ao 2º estágio: o de servos. Neste estágio, passamos a experimentar Jesus como Senhor; desejamos muito serví-lo como desejava Marta (Lc 10:40) e muitas vezes colocamos o serviço em 1º lugar. Este estágio, como os demais, é importante, mas às vezes caímos no erro de amarmos mais a obra do que o Senhor da obra, praticando boas ações segundo a carne (palha, feno) esquecendo-nos que é necessário permanecer nele, pois sem Ele nada podemos fazer (v. 4; I Cor 15:58).

Porém, avançar para o 3º estágio é preciso (já não vos chamo servos... mas amigos...). É quando passamos a ter Jesus como Amigo. Este é o estágio mais desejado... é quando passamos a desfrutar da Sua intimidade como Davi (os segredos do Senhor é para aqueles que O buscam - Sl 25:14); como Maria que escolheu a melhor parte sentada aos Seus pés.

Ser amigo de Jesus é compartilhar dos Seus sonhos, dos Seus projetos; é desejar estar sempre com Ele, ouvindo o Seu coração, admirando-O, amando-O, compartilhando com Ele os anseios, dependendo dos Seus conselhos.

Enfim, ser amigo de Cristo é o grau mais elevado da comunhão que podemos desfrutar ainda neste corpo mortal!



Rosana Assis

CONTINUAÇÃO: CAPÍTULO 14




Em João 14:15, disse Jesus: "Se me amardes, observareis os meus mandamentos".




A VERDADEIRA OBEDIÊNCIA É FRUTO DO AMOR





Neste texto, Jesus deixa claro que nós não obedecemos ao Senhor para sermos amados por Ele, mas o fato de O amarmos, resulta em obediência, submissão, rendição.


A promessa de Deus no Velho Testamento é que Ele tiraria o nosso coração de pedra e nos daria um coração de carne; a promessa ainda falava acerca da Palavra que o Senhor a escreveria em nosso coração (Hb 8:10); da semente incorruptível (I Pe 1:23) que nos regenerou da nossa vã maneira de viver, da vaidade que sempre nos frustrava na tentativa de preencher o vazio do coração.


Durante a regeneração, Deus derramou amor em nossos corações pelo Espírito Santo que nos foi dado (Rom 5:5) e o resultado deste amor é manifesto em frutos de obediência. O apóstolo João, que foi alvo deste amor, escreveu que os mandamentos do Senhor não são pesados (I Jo 5:3); o apóstolo Paulo disse que o amor de Deus o constrangia a obedecê-lo (I Cor 5:14).


Concluímos que somente o novo nascimento pode produzir no homem o fruto do amor que se manifesta em frutos de obediência (Gl 5:22).






Rosana Assis

CONTINUAÇÃO: CAPÍTULO 14

Em João 14:2 a, disse Jesus: "Na casa de meu Pai há muitas moradas".





A MAIOR DAS PROMESSAS



Jesus quando estava perto de voltar para o céu, preparou os discípulos para a sua partida e os consolou com diversas promessas: a paz que o mundo não pode dar (Jo 14:27); o Espírito Santo consolador e instruidor (Jo 15:26); a certeza da resposta das orações (Jo 15:7; 14:13). Todas estas promessas diziam respeito à vida aqui na terra, porém o Mestre Amado deixou a maior das promessas: morada no céu.
Vivemos aqui na terra diariamente na expectativa do descanso. Trabalhamos, estudamos e no fim do dia anelamos pelo nosso lar para repousarmos. É no nosso lar que somos o que somos, sem reservas, sem máscaras; o nosso lar revela a nossa essência, a nossa identidade.
A Palavra diz que somos concidadãos do céu; somos peregrinos na terra (Hb 11:13); a nossa nova essência, adquirida no novo nascimento, anela a nova morada, o novo e eterno descanso.
A nossa nova morada é incomparavelmente superior, ao ponto do apóstolo Paulo escrever que "Nem olhos viram, nem ouvidos ouviram, nem jamais subiu ao coração humano o que Deus tem preparado para aqueles que O amam". (I Cor. 2:9)
Morar no céu é voltar à nossa origem... a Palavra fala sobre novo céu e nova terra... é o Éden restaurado; é o desfrute da presença de Deus em sua totalidade, em toda sua essência (Ap. 21)
O apóstolo Paulo, que vislumbrou o 3º céu, pôde falar que se a nossa esperança se limitasse a esta vida, seríamos os mais miseráveis dos homens (I Cor.15:19); mas glória a Jesus pela esperança que não murcha, pelo seu poder capaz de guardar-nos para este dia! (II Tim.1:12; Judas 24)
Deus é fiel! Há uma "terra feliz", uma "cidade santa", uma "morada de justiça", uma "Nova Jerusalém", enfim, um novo e eterno descanso pela presença de Deus na glória, em glória e só daremos glória!



Rosana Assis

sexta-feira, 18 de janeiro de 2008

CONTINUAÇÃO: CAPÍTULO 13



Em Joaõ 13:7, disse Jesus: "O que faço não compreendes agora, mais tarde compreenderás".






TODA REVELAÇÃO TEM O SEU TEMPO



Jesus quando andou aqui com os discípulos, ensinava-os acerca do Reino de Deus, mas havia alguns pontos que eles não estavam maduros para compreender.



Segundo o psicólogo suíço Jean Piaget, o desenvolvimento cognitivo é alcançado através de etapas e não é diferente no que se refere às coisas espirituais. Não somente o tempo, mas as experiências favorecem a mudança de uma etapa para outra. Paulo dizia: "Porque quando era menino, falava como menino, e pensava como menino, mas quando cheguei a ser homem, acabei com as coisas de menino". (I Coríntios 13:10).



O apóstolo Pedro, no final da sua segunda carta, escreveu: "...crescei na graça e no conhecimento do nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo". (II Pedro 3:18).


Jesus estava diante dos discípulos praticando uma ação que, aos olhos humanos e segundo a lógica dos homens, parecia loucura: o Mestre lavar os pés dos discípulos?!!!



Jesus falou para eles que o que estava fazendo, eles não comprenderiam naquele momento; somente mais tarde, e esse mais tarde, creio eu, se referia à descida do Espírito Santo, pois ele comenta sobre o Espírito logo em seguida, no versículo 20, cabendo ao mesmo nos revelar as profundezas de Deus e aplicar em nós uma nova natureza.



Jesus explica para eles acerca do valor da humildade, da igualdade, da fraternidade; o que eles só vieram a experimentar após a descida do Espírito Santo, experiência crucial para vivermos segundo o espírito, mortificando as obras da carne. (Romanos 8:13)



Concluímos que a submissão ao Espírito é o fator prepoderante para passarmos de uma etapa para outra: de meninos para adultos; de imaturos para maturos, enfim, de carnais para espirituais.
Rosana Assis

CONTINUAÇÃO: CAPÍTULO 12

Em João 12:45, disse Jesus: "Quem me vê, vê aquele que me enviou".



JESUS É A REVELAÇÃO DE DEUS










Conhecer a Deus é o desejo de todo homem que dele se aproxima. Moisés rogou a Deus que lhe mostrasse sua glória (face) e Deus lhe falou que ninguém poderia ver a sua face e permanecer vivo. Somente foi possível vê-lo através da Rocha e esta simbolizava o Cristo que havia de vir para nos revelar o Pai.


Após a Sua chegada, João afirmou que "Ninguém jamais viu a Deus, mas o Deus (Filho) Unigênito, que está junto ao Pai, o revelou". (João 1:18).


O próprio Jesus revelou ser "um" com o Pai (João 10:30). E quando Filipe, um dos seus discípulos, pediu para Ele mostrar-lhes o Pai, Jesus enfaticamente confessou: "Quem me vê, vê ao Pai". (João 14:9).


O apóstolo Paulo, escrevendo aos colossenses, afirmou que "Jesus é a imagem do Deus invisível". (Colossenses 1:13). O apóstolo João, na sua primeira carta, disse que "Cristo é o verdadeiro Deus e a vida eterna". (I João 5:20).


Concluímos que só é possível conhecermos a Deus através de Jesus, pois segundo as suas palavras, "...ninguém vem ao Pai senão por mim". (João 14:6)
Rosana Assis

CONTINUAÇÃO: CAPÍTULO 11



Em João 11:43, disse Jesus: "Lázaro, vem para fora".





CHAMADOS PARA A VIDA!




O pecado gerou a morte espiritual. "Todos nós estávamos mortos nos nossos delitos e pecados". (Efésios 2:1); e na condição de mortos, já não tínhamos mais esperança, "cheirávamos mal"; não tínhamos vontade própria; éramos levados pelos outros.


Ali estava Lázaro: o quadro perfeito do homem sem Deus. Detido pelo túmulo à semelhança do homem na caverna que Platão fala no seu conhecido "Mito da Caverna". Na escuridão, preso às amarras, com vendas nos olhos, só conseguindo ver as sombras, os enganos. Desconhece o que é real.


Mas a voz do Mestre ressoa como no início da criação (Haja luz!); "Lázaro, vem para fora!". E ele sai da morte para a vida, das trevas para a luz, ao encontro da realidade que é Cristo. Somente Ele tem autoridade para dizer "Eu sou a luz do mundo, quem me segue não andará em escuridão, mas terá a luz da vida". (João 8:12).


Hoje Ele continua chamando muitos "lázaros" para fora do túmulo, através do poder da Sua Palavra (a Bíblia).


Que o Senhor nos ajude a sermos o canal para se fazer ressoar sua tremenda voz nos quatro cantos da Terra: "Homens, venham para fora! venham para o aprisco do Bom Pastor, desfrutar do perdão, da vida abundante, enfim, da vida eterna!
Rosana Assis

CONTINUAÇÃO: CAPÍTULO 10

Em João 10:2, disse Jesus: "Aquele que entra pela porta é o pastor das ovelhas".



JESUS: A PORTA DE ACESSO A DEUS

A Bíblia diz que "Todos pecaram e destituídos estão da glória de Deus" (Romanos 3:23); "Todos nós andávamos desgarrados como ovelhas (sem pastor); cada um se desviava pelo seu caminho". (Isaías 53:6). O autor do livro de Hebreus, inspirado pelo Espírito, diz: "Foi necessário que um justo (Jesus) provasse a morte em nosso lugar, ao nosso favor". Jesus fez propiciação pelos nossos pecados (Hebreus 2:17), pois morrendo em nosso lugar e ressuscitando dentre os mortos, pelo poder de Deus Pai, tornou-se o nosso acesso ao Criador.

Ao entrar no céu, apresentou-se diante de Deus, ao nosso favor, apresentando-nos ao Pai, purificados, conquistando para nós o direito de sermos chamados filhos de Deus, pois sendo Ele unigênito, tornou-se primogênito, conquistando filhos e filhas para Deus.

Sendo assim, somente Jesus é o Supremo Pastor e hoje somos ovelhas do seu rebanho, desfrutando dos verdes pastos e das águas tranqüilas e da confiança que Ele estará sempre cuidando de nós, até mesmo no vale da sombra da morte.
Rosana Assis

CONTINUAÇÃO: CAPÍTULO 10

Em João 10:9, disse Jesus:"Eu sou a porta. Quem entra por mim será salvo; entrará e sairá, e encontrará pastagem".







A VERDADEIRA LIBERDADE










Jesus é a porta que nos dá acesso à verdadeira liberdade. Por seu intermédio podemos adentrar no aprisco do Pai onde há todo suprimento que precisamos para termos uma vida saudável e feliz: vida abundante.


Ao contrário do que alguns pensam, o aprisco do Pai nos favorece plena liberdade: "Entrará e sairá, e encontrará pastagem", porém só é possível desfrutar dos benefícios deste aprisco passando pela porta. Não adianta buscar passagens alternativas (religião, boas obras, sacrifícios) porque nenhuma delas dá acesso ao aprisco desejado. Jesus é a porta! Somente por intermédio dele temos acesso aos verdes pastos, às águas tranquilas, enfim à presença do Pai.
Rosana Assis

quinta-feira, 17 de janeiro de 2008

CONTINUAÇÃO: CAPÍTULO 9






Em João 9:5, disse Jesus: "Enquanto estou no mundo, sou a luz do mundo".









ALCANÇANDO NOSSA GERAÇÃO






Enquanto Jesus esteve na terra, Ele cumpriu com o propósito do Pai, inclusive o de ser Luz para dar direção às pessoas, trazendo-as de volta para Deus.



Nós somos responsáveis pela nossa geração; enquanto estamos no mundo, devemos ser luz do mundo, apontando para os homens o caminho para Deus: Jesus.



Enquanto estamos na terra, devemos ser sal, provocando nos homens sede de Deus, através do nosso testemunho.



Por isso, aproveitemos a oportunidade e glorifiquemos ao Pai na terra, fazendo a obra que Ele a nós confiou: fazer Cristo conhecido.
Rosana Assis

CONTINUAÇÃO: CAPÍTULO 8

Em João 8:7, disse Jesus: "Quem dentre vós estiver sem pecado seja o primeiro a atirar uma pedra".






NÃO HÁ UM JUSTO SEQUER






Jesus estava diante de religiosos, sedentos em fazer "justiça" com suas próprias mãos, sem mesmo refletirem que eles não eram diferentes daquela mulher, pois todos eram pecadores e naquele exato momento, estavam infringindo o mandamento que fala sobre amar o próximo, não matar.



Jesus poderia lançar em rosto o pecado de cada um deles, diretamente, mas preferiu levá-los a refletir acerca das suas ações, para entenderem que eram pecadores, tanto quanto aquela mulher.



Sendo assim, precisamos ter cuidado ao apontarmos o erro de alguém, pois toda vez que assim fazemos., infrigimos o maior dos mandamentos que é o amor.
Rosana Assis

CONTINUAÇÃO: CAPÍTULO 7



Em João 7:16, disse Jesus: "Meu ensino não é meu, mas daquele que me enviou".








DEUS É A FONTE DE TODO SABER






Os judeus estavam admirados com o conhecimento que Jesus possuía e Ele, enquanto Filho, reconhecia que do Pai vinha todas as coisas, inclusive o seu ensino.


Interessante é que Jesus estava ensinando as coisas concernentes ao reino espiritual e eles estavam preocupados com a formação intelectual de Cristo, se o mesmo não havia tido "grandes" estudos.


Infelizmente esses judeus não conseguiam ouvir com os ouvidos espirituais, para compreender a essência da doutrina de Jesus. Porém, dentre eles, muitos creram em Cristo, concluindo que era impossível surgir outro semelhante.


Assim como Jesus, devemos nos preocupar em ensinar a doutrina do céu, que é a Palavra de Deus, e não nos prendermos a filosofias vãs que não têm poder de gerar fé nos corações, para salvação.
Rosana Assis

CONTINUAÇÃO: CAPÍTULO 6




Em João 6:10, disse Jesus: "Mandai o povo sentar-se".




JESUS NOS DÁ DESCANSO




Jesus estava diante de uma multidão sofrida, carente dos seus milagres e naquele exato momento, faminta. Ele se preocupou em mandá-la sentar para suprir as suas necessidades físicas.

Nos nossos dias, as preocupações desta vida tende a nos manter de pé, sempre ansiosos, sempre ocupados, mas Jesus se importa com o nosso descanso e, em algumas situações, ele usa as circunstâncias, como usou os discípulos, para mandar-nos sentar, pois Ele conhece a nossa estrutura e sabe que somos pó. Se no reino espiritual já estamos assentados nos lugares celestiais, por que submetermos o nosso corpo a um fardo desnecessário?
Rosana Assis

CONTINUAÇÃO: CAPÍTULO 5



Em João 5:39, disse Jesus: "Examinais as Escrituras, porque julgais ter nelas a vida eterna. São elas mesmas que testemunham de mim".




JESUS, A PALAVRA MATERIALIZADA




A Escritura Sagrada é uma grande carta de amor de Deus revelada ao homem perdido, tendo como assunto principal o resgate da humanidade através de um Salvador - Jesus.

Desde a queda de Adão, registrada no primeiro livro da Bíblia, vemos Deus prometendo um resgatador: "A senente da mulher que esmagaria a cabeça da serpente" (Gn 3). E a carta segue cheia de analogias apontando sempre para o Salvador: o cordeiro provido para Abraão, a escada que Jacó viu ligando a terra ao céu, o quarto homem na fornalha do livro do profeta Daniel e até mesmo Moisés, se referiu a Cristo quando disse que Deus levantaria um semulhante a ele (Deut.18:15).

Jesus estava diante de religiosos que diziam ser praticantes da lei, porém não compreendiam a sua essência. Estavam diante da realidade que é Cristo, mas continuavam presos às sombras dos rituais que serviam apenas de simbolismos a fim de que os homens entendessem quem eles são: pecadores, sem possibilidade alguma de agradar a Deus; e quem Deus é: Santo, Santo, Santo. Ali estava diante deles a única possibilidade de ter a vida eterna, ali estava o cumprimento da promessa de Deus, revelada em todo o Antigo Testamento.

Concluímos que não há religião sem Jesus, pois se religião significa religar, Ele é o único capaz de nos religar a Deus, havendo Ele mesmo satisfeito a justiça do Deus Santo, através da sua morte e ressurreição.
Rosana Assis

sexta-feira, 11 de janeiro de 2008

CONTINUAÇÃO: CAPÍTULO 4

Em João 4:23, disse Jesus: "Mas vem a hora e já chegou, em que os verdadeiros adoradores adorarão o Pai em espírito e em verdade; porque são adoradores assim que o Pai procura".




A ESSÊNCIA DA ADORAÇÃO










A essência da adoração é a rendição. Render-se a Deus é uma resposta natural ao seu maravilhoso amor e à sua misericórdia revelados em Jesus.



O ato da rendição pessoal é conhecido de muitas formas: consagração, fazer de Jesus o seu Senhor, carregar a cruz, morrer para si próprio, submeter-se ao Espírito Santo. O que interessa é fazê-lo e não a forma de chamar esse ato. Deus quer a nossa vida- toda ela; 95% não é o suficiente.



Existem três barreiras que impedem a nossa total rendição a Deus: o medo, o orgulh0 e a falta de compreensão. O medo impede-nos percebermos o quanto Deus nos ama; o orgulho leva-nos a querer controlar nossa vida e a falta de compreensão impede-nos a compreendermos o verdadeiro significado de rendição.



Jesus explicou para a mulher samaritana que não é o espaço físico que determina o nível da adoração; a verdadeira adoração passa primeiro pelo conhecimento de Deus (adorais o que não conheceis) e a hora de conhecê-lo era chegada àquela mulher! Ali, diante dela, estava a expressão exata do ser divino, o verbo que se fez carne, o Messias, o Emanuel.



A verdadeira adoração (entendida como rendição), explica o Senhor Jesus, tem que ser em espírito, muito além da nossa compreensão carnal, da nossa religiosidade que consiste em rituais que só trazem satisfação para a carne, pois tem apenas aparência de santidade. Tem que ser em verdade porque, como já vimos, essência trata do que é verdadeiro e a essência da adoração é a rendição.



Por isso, adorar a Deus implica em render-se à Ele, à sua vontade que é boa, perfeita e agradável; agradável não à natureza carnal que é contrária ao Senhor, mas ao homem interior, regenerado pelo poder do novo nascimento.
Rosana Assis
(Fonte de Inspiração: Livro de RickWarren - Uma vida com propósito)

CONTINUAÇÃO: CAPÍTULO 3




Disse Jesus: " O vento sopra onde quer. Ouves sua voz, mas não sabes de onde vem, nem para onde vai; assim acontece com todos os que são nascidos do Espírito".




O AGIR SOBRENATURAL DE DEUS



Jesus compara o novo nascimento com o fenômeno da natureza: o soprar do vento. Este milagre (o novo nascimento) acontece no reino espiritual, porém a sua consequência é evidente no reino material através da transformação que Ele opera em nós. Assim como o vento sopra e, apesar de não o vermos, somos capazes de ver o balançar das árvores, o levantar da poeira, enfim, o mover das coisas que ele é capaz, e quanto mais veloz for o vento, maior a sua capacidade de fazer movimentar as coisas. Assim é o agir do Espírito na vida do crente que dá lugar. Quanto mais buscamos a Deus, maior é o seu mover dentro de nós, fazendo notório no nosso exterior para o louvor da sua glória!
Rosana Assis